Rapé

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O QUE É RAPÉ, ONDE COMPRAR E OS SEUS BENEFÍCIOS

O Que é Rapé?

Um refinado pó que combina mapacho (um tipo específico de tabaco que é diferente daquele usado em cigarros comuns, e também bem mais forte), cinzas de diversas plantas, e outras ervas medicinais sagradas, o Rapé é tanto uma mistura que carrega propriedades medicinais e aspectos espirituais, quanto uma parte sagrada e integral da cultura de diversas comunidades nativas brasileiras. O ritual que contempla a produção da mistura do rapé é altamente sagrado, também, e demanda tempo e esforço da parte dos Xamãs que o produzem, bem como um profundo conhecimento de cada um dos componentes da mistura, além de respeito e gratidão pela cura oferecida pela Natureza.

Apesar de seu principal ingrediente ser tabaco, misturas de Rapé também contém componentes como cinzas alcalinas de outras plantas, grãos de tonka, botões de cravo, cascas de árvores, sementes e folhas; o que vai na mistura pode variar, dependendo da intenção da cerimônia na qual o rapé será usado, bem como das tradições e culturas de cada povo, sendo suas receitas passadas de geração para geração, muitas vezes sofrendo certas adaptações nesse processo. A potência do rapé também irá depender dos ingredientes usados na mistura – há, até mesmo, algumas opções sem tabaco, nas quais é utilizada uma planta chamada Awiry.

Para que pode ser usado o Rapé?

Esse pó xamãnico é uma parte essencial de práticas medicinais sagradas pertencentes aos costumes e tradições de inúmeras comunidades originárias tanto da América Central quanto da América do Sul. É uma medicina altamente respeitada e que exige amplo conhecimento de seus aspectos físicos e espirituais, além de seus possíveis efeitos que podem surgir tanto durante a cerimônia, quanto depois. Considerando o fato que há diversas combinações de ingredientes usados no rapé, além da variação de intenções envolvidas no ritual pelos indivíduos que fazem uso dessa medicina, podemos entender que os propósitos de uso e os efeitos do rapé são igualmente diversos e múltiplos. Há a possibilidade de limpeza de energias, melhoras na imunidade, auxílio em visões, para conectar-se consigo mesmo, com a Terra, ou com outros indivíduos durante cerimônias sagradas, no tratamento de doenças respiratórias e digestivas, na busca por mais clareza e por respostas para certos questionamentos, para tornar os sentidos mais aguçados, dentre outros.

A frequência de uso também pode variar, dependendo do povo que faz uso dessa medicina e de suas práticas, e o tabaco sagrado pode ser usado como parte de cerimônias coletivos onde se compartilha dessa medicina, bem como em rituais pessoais de uso individual para limpeza e cura, o que torna seu uso bastante distinto do que se costuma observar no fumo de tabaco, como um vício descuidado e sem maiores propósitos.

O Rapé Medicinal

O rapé medicinal é usado, especialmente, para desintoxicar e curar o corpo físico. É uma excelente fonte de purgação de muco excessivo, toxinas e bactérias, principalmente devido às propriedades analgésicas e sanativas comuns à essa mistura. É, também, um agente poderoso no tratamento de infecções e machucados, também ajudando a reduzir dores e fadiga. Por geralmente possuir nicotina em sua fórmula, o rapé também pode ter efeitos sobre o fluxo sanguíneo que vai em direção ao cérebro, ajudando a elevar o foco e o estado de alerta. É comum que pessoas que estejam se sentindo cansadas, estressadas, doentes ou até mesmo deprimidas procurem esse rapé xamãnico como um auxílio.

A forma tradicional de se usar Rapé

É comum que algumas pessoas imaginem, devido ao fato de que o rapé possui tabaco, que se deve fumar essa medicina. Mas, pelo pó ser muito refinado (seus ingredientes são moídos e esfarelados com o auxílio de almofariz e pilão e, posteriormente, peneirados por um tecido fino), seria difícil fumar o pó do rapé. Ao invés disso, a forma correta e tradicional de se administrar o rapé é tê-lo soprado para dentro das vias aéreas, como parte de uma cerimônia que pode, ou não, ser seguida de outros rituais, como o da Ayahuasca.

Primeiramente, e de muita importância, é essencial que as pessoas que se interessam pelo uso do tabaco medicinal, seja ao fazer uso do rapé ou por outros métodos, entendam que é necessário dedicar tempo ao entendimento do propósito dessa medicina, assim como seu valor cultural, entendendo e respeitando as cerimônias e comunidades que fazem uso dessa substância para que façam uso respeitoso e correto. São necessários anos de treinamento para que Xamãs e Pajés aprendam o feitio do rapé de suas comunidades, como administrar essa medicina em si mesmos e em outras pessoas, e todos os aspectos que constituem esses rituais.

O Rapé no Corpo

Tradicionalmente, a medicina do rapé deve adentrar o corpo pelas vias aéreas. Esse processo começa quando aquele que irá administrar o rapé, seja em si próprio ou em outra pessoa, acumula na palma de sua mão uma pequena quantidade do pó refinado, aproximadamente equivalente ao tamanho de uma ervilha, e coleta esse rapé com um aplicador para que, então, essa medicina sagrada possa ser soprada para dentro do nariz. Uma vez “inalado”, é importante que se “segure” o rapé no nariz por alguns instantes antes de expirar novamente – essa reação irá acontecer naturalmente dentro de pouco tempo, de qualquer forma, então basta apenas esperar que o corpo reaja.

Geralmente, para aqueles que estão iniciando seu caminho dentro do universo de medicina sagrada, é mais fácil que haja um xamã, pajé, ou curandeiro que possa auxiliar nesse processo, fazendo uso de um aplicador chamado de tepi, que é feito para que uma pessoa sopre o rapé para dentro das vias aéreas de outra, sendo então mais alongado. Já para praticantes com mais experiência, é possível o uso do kuripe, cuja forma se assemelha a um V para que a própria pessoa possa soprar o rapé em seu nariz. É importante lembrar, também, que ambos os lados devem receber o rapé para alcançar equilíbrio tanto físico quanto espiritual, entre o que se quer expelir e o que se quer reter, ou o efeito final do rapé pode ser contrário, uma vez que a recusa de parte do ritual pode ser interpretada como uma rejeição ao espírito do rapé.

As tradições da Cerimônia do Rapé

É amplamente aceito por conhecedores da história do rapé que essa medicina sagrada faz parte de culturas nativas desde tempos que precedem a cultura Inca e a descoberta das propriedades entorpecentes do tabaco. Apesar da crença popular daqueles que não se aprofundam tanto no conhecimento do rapé e das culturas das comunidades que o usam ser de que essa medicina serve apenas o propósito de limpeza e expansão espiritual, as intenções envolvidas no uso de rapé, e a forma e os ingredientes dos quais a mistura é feita, dependem de qual comunidade está trabalhando com essa medicina, e de qual ritual ela fará parte.

Hoje em dia, nota-se que o rapé é parte intrínseca da cultura de inúmeros povos originários das Américas do Sul e Cental, simultaneamente à outras cerimônias e medicinas naturais e igualmente sagradas como da Ayahuasca ou da limpeza do ritual do Kambô, bem como ritos de iniciação, festivais, confraternizações e até mesmo experiências individuais com o intuito de se conectar e curar. Há, para certas comunidades e pessoas, até mesmo uma dieta e certos costumes que se fazem presentes para a preparação anterior à aplicação do rapé, que costumeiramente involve a remoção de açúcares e carnes vermelhas da alimentação por alguns dias, além da abstenção de atividades sexuais e, é claro, o estudo aprofundado e reverente da cerimônia e das propriedades medicinais e de cura do rapé.

Para que um indivíduo realize o ritual do rapé sozinho, recomenda-se que, antes, ele tenha participado de uma cerimônia coletiva para que possua melhor entendimento do processo do ritual em si, e para conhecer os efeitos que essa medicina tem sobre seu próprio corpo enquanto está na presença de xamãs e pessoas experiêntes que possam lhe dar o auxílio e orientação necessários para que a experiência seja positiva. É comum, também, que se faça uma auto-aplicação antes de aplicar o rapé em outra pessoa – é o caso observado para pajés, por exemplo, que procuram se conectar com os espíritos da medicina e das plantas sagradas antes de promover o encontro destes com outra pessoa, além de ser uma forma de se proteger espiritualmente durante o processo.

A intenção do Rapé

O local onde ocorrerá a cerimônia do rapé deve ser considerado com cuidado. Apesar de não precisar ser um local religiosamente sagrado, é importante que a energia que rodeia e preenche o local seja repleta de intenção, respeito e espiritualidade. A intenção é resultado de concentração e dedicação para com o ritual, e deve estar de acordo com a energia do ambiente, também. É esperado que aqueles envolvidos ou presentes durante o ritual sejam conhecedores das propriedades e da importância dessa medicina e, especialmente, que haja harmonia entre todos presentes, uma vez que essa cerimônia abre portas espirituais e só deve ser compartilhado com pessoas nas quais se confia plenamente.

A intenção, então, é uma parte primordial de cerimônias que envolvem o rapé. De acordo com as tradições e crenças indígenas, o rapé pode trazer tanto efeitos de cura, quanto causar danos: tudo irá depender da intenção presente durante o seu feitio e uso. A prepação prévia ao ritual também é de suma importância, também, até mesmo para pajés experientes. Deve-se lembrar que a energia que vem de um lado do tepi ou do kuripe será a mesma energia que chegará do outro lado, e portanto o rapé que vai adentrar o corpo físico e expandir-se até o plano espiritual estará carregado com essa mesma energia. Ou seja, uma conexão se formará entre, por exemplo, o xamã que aplica o rapé e a pessoa que está recebendo essa medicina, e vice-versa. Todas as intenções, estado espiritual e mental, bem como a energia serão compartilhados; e tal processo pode não trazer boas consequências se qualquer um dos lados não estiver adequadamente preparado, envolvido, ou “presente” naquele momento.

Possíveis efeitos do Rapé

Uma vez que o pó do rapé é soprado para dentro do corpo, é provável que a pessoa sinta uma sensação de “queimação” na área central do rosto, fazendo com que seus olhos lacrimejem e uma sensação de tensão/formigamento sobre a área do terceiro olho ou do chakra coronário. Outro efeito comum durante os primeiros momentos após tomar rapé é, é claro, uma sucessão de espirros causada pela leve irritação no nariz, por conta da presença do pó, o que deve levar à limpeza dessas vias aéreas e o subsequente “escorrer” do nariz, livrando as cavidades nasais e área frontal da cabeça de muco acumulado.

Esse processo pode gerar desconfortos associados à dor de cabeça ou até mesmo certa dificuldade para respirar plenamente se as áreas que serão limpas estiverem particularmente congestionadas. Se a garganta também estiver congestionada, há uma boa chance de que o rapé também faça a limpeza dessa área, expelindo o que está obstruindo esse canal, e podendo levar à sensação de enjôo ou ânsia. Ainda sim, é importante lembrar que tais efeitos são uma parte natural do ritual e do uso do rapé xamãnico e devem, portanto, ser considerados um meio de limpeza, para atingir a liberação da tensão e de tudo que pode ser tóxico para o corpo.

Aqueles que fazem uso do rapé podem esperar sentir-se mais calmos ao mesmo tempo em que se tornam mais presentes, conscientes e focados ao final do ritual, ainda mais conectados ao mundo à sua volta e podendo, assim, perceber e atingir todo o seu próprio potencial bem como o do ambiente em que se encontram.

O Lado espiritual do rapé

O rapé é, também, uma ferramenta espiritual poderosa para fazer a limpeza e a conexão entre intenções e pensamentos, trazendo mais força às orações bem como maior foco e consciência corporal e mental de si próprio e do ambiente, abrindo portas e caminhos para níveis mais elevados de comunicação e pensamentos. Essa medicina trabalha juntamente com as intenções de quem faz seu uso. Por isso é muito importante que essa pessoa se dedique plenamente ao estudo e ao processo do rapé e do ritual, pois qualquer intenção será amplificada pelo uso do rapé, seja ela de proteção, poder, paz, entendimento, conexão – qualquer sentimento presente durante o ritual de aplicação dessa medicina xamãnica irá se expandir quando o rapé adentrar o corpo físico, até que se perpetue no âmbito espiritual e energético, e todos os outros apegos desnecessários ao indivíduo poderão, então, se desprender de sua mente.

Ao unificar os aspectos físicos espirituais, o rapé poderá trazer equilíbrio e renovação. A purgação de substâncias “presas” ao corpo pode ser considerada uma manifestação física e síncrona ao processo espiritual de livrar-se de energia velha, carregada e tóxica. As misturas de pó de rapé que levam nicotina em sua composição elevam, também, a produção de dopamina, acetilcolina e epinefrina, que estimulam uma sensação de descontração e paz e, ao mesmo tempo, aguçam os sentidos e proporcionam um maior estado de alerta e sensibilidade (tais sensações não se assemelham à ansiedade ou o estresse). Em outras palavras, quando usado com boas intenções, o rapé traz revigoramento e estabilidade, na medida em que proporciona uma fundação mais forte e estimula os pontos positivos do corpo, da mente, e do espírito.

Por quanto tempo os efeitos do Rapé podem durar?

É esperado que os primeiros efeitos do rapé aconteçam dentro de poucos minutos após seu uso, podendo tais efeitos serem comparados a um pequeno “solavanco” que envolve a sensação contraditória porém complementar de relaxamento e alerta. Mas não se preocupe, a sensação de equilíbrio, limpeza e renovação pode perdurar por uma boa quantidade de horas, podendo se estender durante dias. Por causa de suas propriedades que auxiliam no aumento da força da imunidade do corpo físico e seu poder de limpeza espiritual, o rapé pode oferecer também uma sensação prolongada de rejuvenescimento enquanto também promove um senso aguçado de apreciação pelos bons aspectos do mundo à volta do usuário.

Onde comprar Rapé?

Aprender mais sobre rapé é apenas uma parte do processo de esclarecimento que leva ao crescimento pessoal e à sensação de maior bem-estar e aceitação de si mesmo e do próprio poder ao trabalhar e fazer uso dessa medicina secular. É igualmente importante procurar fontes de venda de rapé, bem como de qualquer outra forma de medicina natural e sagrada, que sejam de confiança e tenham boa reputação. Empresas e instituições que trabalham juntamente com as comunidades indígenas que compartilham seu conhecimento, tradições e receitas são, idealmente, a fonte correta de onde se pode adqurir o rapé.

Povos originários do Brasil que fazem uso do Rapé

Há uma ampla gama de variações de rapé, e essa variedade é um reflexo das inúmeras comunidades que criam e produzem essas misturas. O nome de cada pó xamãnico, geralmente, é composto pelo nome do povo responsável pela criação de sua receita e, às vezes, até mesmo do nome do xamã que o criou. Pode, também, carregar o nome de um dos principais componentes da receita.

Há rapés tribais, opções com misturas mais variadas ou mais tradicionais, rapé cerimonial e até mesmo alternativas sem tabaco. Algumas opções são mais adequadas para usuários iniciantes enquanto outras são costumeiramente usadas por pajés e membros de comunidades que têm o costume de tomar essa medicina. A cor do rapé também pode variar, a depender de como é seu feitio, de seus ingredientes e da concentração de tabaco, por exemplo, ou se leva Awiry.

O rapé Yawanawá Tsunu pode ser considerado uma opção clássica das variações de rapé. Cordas de tabaco de alta qualidade, feitas à mão, e cinzas da casca de Tsunu são utilizadas para produzir essa famosa mistura. Os principais efeitos esperados desse rapé são um aumento na força física e espiritual, além de uma cura poderosa e da limpeza energética que proporciona uma sensação de conforto e acalento.

Uma mistura que oferece força feminina é a Nukini Rosa Branca, cujo nome vem da planta que é símbolo de pureza e é tradicionalmente usada por várias culturas brasileiras que a utlizam também em banhos de ervas devido à sua aura límpida e poder tranquilizante. É um rapé delicado, porém forte, feito tanto para nutrir quanto para relaxar.

Para usos espirituais e cerimoniais, o rapé Shawadawã Espiritual é uma opção sublime. Parte da seleção de medicina sagrada criada pelo povo Shawadawã, as ervas Kapayuba (que são utilizadas para esclarecimento e amplificação de visões durante cerimônias) compõem a criação dessa mistura. Mesmo que parte dos seus efeitos sejam aqueles esperados do uso de muitos outros rapés, esta opção oferece uma poderosa conexão com as forças espirituais, frequentemente utilizada antes de rituais de Ayahuasca e de canções de cura.

Rapés da classificação Caboclo são aqueles feitos por indivíduos de ascendência heterogênea, combinando a cultura indígena brasileira com os costumes europeus, unindo essas energias para criar opções únicas e poderosas. O Caboclo Paricá, por exemplo, é composto principalmente de tabaco rústico e cinzas da árvore Paricá, que também possui o nome de Xinshá. É um rapé que pode ser considerado um pouco mais forte que outras misturas, justamente por levar esse tipo específico de tabaco.

Um ponto bastante especial do Rapé Apurinã é a falta de tabaco (o que não necessariamente significa uma falta de nicotina) na receita. Ao invés de usar essa planta medicinal, os Apurinã fazem uso da planta chamada Awiry para criar seu rapé, que possui uma coloração esverdeada particularmente bela. Essa planta só pode ser colhida durante a época de seca, pois floresce em partes mais profundas dos bancos dos rios, e portanto só pode ser alcançada quando as águas recuam, o que torna esse ingrediente e, por consequência, este rapé incrivelmente especiais.